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USIP centra Urgência no Centro de Saúde da Madalena e Roberto Silva exige Hospital no Pico



No final da tarde de ontem, o Governo Regionald os Açores publicou que a Unidade de Saúde de Ilha do Pico vai reorganizar a sua atividade a partir das 00H00 de quarta-feira, 01 de abril, no âmbito do seu Plano de Contingência, mantendo a prestação de todos os cuidados à população dos três concelhos da ilha.



Esta reorganização, decidida após terem sido ouvidos os presidentes dos três municípios, resulta do facto de vários dos seus profissionais se encontrarem de quarentena obrigatória, na sequência de contacto direto que mantiveram com casos confirmados de infeção por COVID-19.

Assim, conforme previsto no Plano de Contingência da Unidade de Saúde da Ilha do Pico, os cuidados preventivos, curativos e paliativos serão separados do atendimento urgente, permitindo reforçar a qualidade e a segurança do serviço.

Os Centros de Saúde de Lajes do Pico, da Madalena e de São Roque do Pico manterão, assim, os serviços mínimos em curso, garantindo a continuidade dos cuidados preventivos, curativos e paliativos à população em todas as outras situações de doença, bem como de vigilância e acompanhamento de saúde.

O atendimento urgente será concentrado no Centro de Saúde da Madalena, com a presença de dois médicos e três enfermeiros em período diurno e de um médico em período noturno.

No atendimento urgente, os doentes com sintomatologia viral respiratória e/ou digestiva serão separados das restantes doenças agudas e orientados para um circuito exterior de acesso à área de isolamento.

Esta reorganização permitirá a gestão rotativa de recursos humanos, com períodos alternados de serviço e ausência de 14 dias, assegurando a prontidão dos profissionais.


No final da noite de ontem, o Presidente da Câmara Municipal das Lajes do Pico, Roberto Silva emitiu um comunicado, onde afirma só ter aceite, tal reorganização, atendendo à extrema gravidade da doença COVID-19 e ao facto de vários profissionais de saúde estarem de quarentena obrigatória.

"Esta reorganização no funcionamento dos serviços de saúde no Pico, que se afigurou incontornável nas atuais circunstâncias, prejudica a vida dos Munícipes do concelho das Lajes do Pico e não pode ser entendida como uma forma subtil de fechar, no pós COVID-19, o Centro de Saúde das Lajes do Pico, para o qual a Câmara Municipal das Lajes do Pico propôs a construção de uma nova infraestrutura.

Neste tempo de isolamento e de vivência de uma doença sem igual, a reflexão sobre o modelo de desenvolvimento dos Açores torna clara a cura da maldição do calcanhar de Aquiles do Pico. Na segunda maior ilha dos Açores é obrigatório a construção de um hospital na ilha do Pico."


Semanário Rádio / GRA / CMLP




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